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3 de novembro de 2010

Coluna Luh Arcuri: Instituto Inhotim

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ARTE & NATUREZA


   O Instituto Inhotim é um centro de arte contemporânea a céu aberto, fica na região de Brumadinho, há aproximadamente 60 km da capital de Minas Gerais e foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz, na década de 80. Os jardins com mais de 4 mil espécies em cultivo foram projetados pelo paisagista Roberto Burle Marx e propiciam uma beleza ainda maior ao lugar.


   Antes aberto somente para visitas escolares e grupos específicos, hoje, o museu de Inhotim recebe visitantes de diversas partes do Brasil e também estrangeiros, até o ano de 2009 o museu já tinha recebido 160 mil pessoas. Esse ano o Instituto recebeu o título de Jardim Botânico pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos ( CNJB ).


   Esse lugar maravilhoso proporciona um maior contato com a natureza, fazendo você desfrutar da tranqüilidade, silêncio e beleza que, hoje em dia, é quase impossível de se achar.


   No total, são 450 obras de artistas naturais do Brasil, ou estrangeiros, contando com as obras existentes ao ar livre e as artes expostas de alguns artistas como: Adriana Varejão, Cildo Meireles, Matthew Barney, Doug Aitken, Paul McCarthy e Hélio Oiticica.


Se um lugar que reúne arte e natureza te interessa,
 vale a pena conhecer o Museu de Inhotim.

Maiores informações no site http://www.inhotim.org.br/


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Fonte de Pesquisa: www.wikipedia.org
Revisão: Victor Lambertucci

7 de agosto de 2010

Equipe do Blog Geral visita Museu da FEB

A VERDADEIRA PARTICIPAÇÃO
DO BRASIL NA 2ª GUERRA


“A diferença da participação brasileira
na Guerra foi que, enquanto o objetivo deles
era vencer, o nosso era conquistar a Paz!”

   Não há quem não tenha ouvido falar sobre os dois grandes conflitos mundiais, que desencadearam fundamentais mudanças no globo, tanto em aspectos político-econômicos, quanto sociais. Todavia, quando se estuda sobre tais eventos, fala-se pouco sobre a participação brasileira nos mesmos. Sabe-se, certamente, que a nação verde e amarela enviou tropas para combater o eixo, formado por Alemanha e Itália, em meados da Segunda Guerra Mundial. Contudo não se fala sobre a real atuação dos brasileiros.

   Em visita ao Museu da Força Expedicionária Brasileira (FEB), em Belo Horizonte, constrói-se uma rica e, para muitos, inédita história, contada por quem esteve presente de corpo e alma no conflito. Soldados e capitães, que estiveram na linha de frente dos batalhões, contam sobre a emoção e os receios de se participar de uma Guerra, em que se está entre a vida e a morte, não só de si mesmo, mas de milhares de pessoas inocentes.

Brasão da Força Expedicionária Brasileira (FEB)


   Um dos testemunhos mais emocionantes foi o de um capitão de uma frente organizada para buscar inocentes e retirá-los do campo de batalha. Ele conta que, ao entrar em uma casa de família, o pai se negou a deixar a residência, dizendo que sua família poderia ir, mas que ele não abandonaria suas “vaquinhas” e “plantinhas”. O membro do exército, cumprindo sua missão, disse que não o poderia deixar, já que tinha sido instruído a levar todas as pessoas que encontrasse, e completou dizendo que se o familiar recusasse a saída, como não teria condições de levá-lo à força, precisaria executá-lo ali mesmo. O pai aceitou acompanhar o batalhão e sua vida foi resguardada, graças à insistência do capitão, que não tinha o intuito de realizar tal atrocidade.

   Em plena Era Vargas, o envio de soldados à Guerra foi protelado, enquanto possível. Sendo Getúlio um ditador, como Hitler e Mussolini, a vontade de guerrear contra chefes de governo que compartilhavam mesmas idéias era inexistente, mas a pressão popular levou mais de 25.000 soldados à Europa, número bastante reduzido, quando comparado a outros países, como os EUA, mas que, proporcionalmente, conquistou o melhor resultado no conflito mundial.

  
   Os participantes do embate tentam descrever a sensação e as condições do psicológico de alguém que se encontra em uma situação que ultrapassa todos os limites da razão, mas por mais que leigos se esforcem para entender, só quem esteve no calor da Guerra, vendo sangue sendo derramado e vidas inocentes sendo perdidas, erguendo as mãos a cada vitória e mantendo-se firme nas derrotas consegue sabê-la. Eles frizam que “A diferença da participação brasileira na Guerra foi que, enquanto o objetivo deles era vencer, o nosso era conquistar a Paz!”,

   Quando a notícia de que o Brasil entraria na Guerra chegou aos ouvidos de alemães e italianos, a reação foi de desdém, acreditava-se que o país não compunha uma ameaça, nem passava perto disso. Mal sabiam eles que os brasileiros tinham uma arma secreta: “O amor, o nacionalismo e a invencível força que caminhava a favor da Paz”, como frizam as testemunhas do evento.
O retorno trunfante da FEB ao Brasil


   O museu conta com um acervo de extrema riqueza, dentre ele estão armas e munições utilizadas na Guerra, uniformes e, até mesmo, periódicos datados do período histórico. São relíquias que se encontram expostas em condições precárias de conservação. Se você ou sua empresa tem o interesse de ajudar a instituição contate o e-mail do Blog Geral e teremos um imenso prazer em enviar-lhe todas as informações necessárias. O endereço é: geralblog@hotmail.com.

Foto do Museu, veja mais: CLIQUE AQUI! ou AQUI!


FONTE: http://www.anvfeb.com.br/anvfebbh.htm                      


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