Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens

6 de janeiro de 2011

Campanha de Popularização do Teatro e da Dança

O TEATRO E A DANÇA INVADEM BH


   Você pode não ser o maior fã da dança e nem precisa ser o expectador mais assíduo do teatro, mas com o precinho especial da Campanha de Popularização (ingressos variam de R$5,00 a R$12,00) vale a pena dar uma chance aos nossos artistas. Eu mesmo já participei de algumas campanhas, como expectador, é claro; deixo o cargo de ator pro meu amigo Ítalo.

   A cada campanha, novos espetáculos, novas emoções e também muitas risadas. A peça "Como sobreviver em festas e recepções com buffet escasso" (imagem abaixo) não me deixa mentir; Carlos Nunes com seu humor irreverente e seus parceiros de palco causa boas gargalhadas na plateia; e o que é ainda mais apreciável nesse ator é que, após o espetáculo, ele mantém a tradição de cumprimentar quem veio assistir-lhe. Essa tradição dá um ar muito mais humilde ao ator e, com certeza, cativa seus expectadores.


   Em 2011, temos peças que já fazem parte do projeto há algum tempo e outras estreantes. Posso destacar o espetáculo "Loucas por... Fama", que tive a oportunidade de assistir fora da campanha. Uma amiga do meu avô me ofereceu um par de ingressos e eu não perderia a oportunidade. Nessa peça, é narrada a história de três adolescentes que tentam a fama no Rio de Janeiro. É uma história baseada em experiências reais, vividas por três adolescentes que acabaram escrevendo o roteiro. Em um tom bastante humorado e uma linguagem jovem e descontraída, as adolescentes contam as peripécias que a corrida pela fama pode reservar. Muito divertido, o enredo conta com trechos musicais e coreografias pra lá de inusitadas. Recomendo e, provavelmente, assistirei de novo.

   A Campanha de número 37 conta com mais de 30 espetáculos e acontecerá do dia 4 de janeiro ao dia 1º de março, com um total de 145 apresentações. O evento que populariza o acesso à cultura também ocorre no interior de Minas, tal como na cidade de Governador Valadares, que o recebe pela primeira vez em 2011.

Veja a reportagem do MGTV/Rede Globo que marca a abertura do evento:


Confira a relação de espetáculos e demais informações no site oficial:





Fontes pesquisadas: sinparc.com.br / globominas.com
VICTOR LAMBERTUCCI::..
Editor e Colunista do Blog Geral::..
.............


3 de novembro de 2010

Coluna Luh Arcuri: Instituto Inhotim

......................................................................................................................................

ARTE & NATUREZA


   O Instituto Inhotim é um centro de arte contemporânea a céu aberto, fica na região de Brumadinho, há aproximadamente 60 km da capital de Minas Gerais e foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz, na década de 80. Os jardins com mais de 4 mil espécies em cultivo foram projetados pelo paisagista Roberto Burle Marx e propiciam uma beleza ainda maior ao lugar.


   Antes aberto somente para visitas escolares e grupos específicos, hoje, o museu de Inhotim recebe visitantes de diversas partes do Brasil e também estrangeiros, até o ano de 2009 o museu já tinha recebido 160 mil pessoas. Esse ano o Instituto recebeu o título de Jardim Botânico pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos ( CNJB ).


   Esse lugar maravilhoso proporciona um maior contato com a natureza, fazendo você desfrutar da tranqüilidade, silêncio e beleza que, hoje em dia, é quase impossível de se achar.


   No total, são 450 obras de artistas naturais do Brasil, ou estrangeiros, contando com as obras existentes ao ar livre e as artes expostas de alguns artistas como: Adriana Varejão, Cildo Meireles, Matthew Barney, Doug Aitken, Paul McCarthy e Hélio Oiticica.


Se um lugar que reúne arte e natureza te interessa,
 vale a pena conhecer o Museu de Inhotim.

Maiores informações no site http://www.inhotim.org.br/


..................................................................................
Fonte de Pesquisa: www.wikipedia.org
Revisão: Victor Lambertucci

13 de setembro de 2010

"Dona Flor e seus dois maridos", espetáculo consagrado, em BH (por Victor Lambertucci)

Amor ou sexo, ou amor e sexo?


"Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte...

Vadinho (Marcelo Faria), o primeiro marido de D. Flor, é a personificação da saciedade sexual, do fetiche e da fantasia. Exemplo algum de um bom companheiro, ele sai todas as noites financiado pelo dinheiro suado do trabalho de sua esposa como professora de culinária. Retorna já quando o dia ameaça chegar ou, por variadas vezes, é encontrado mesmo ali, no meio da rua, desnudo, alcoolizado, sem o minímo apreço por quem em casa lhe espera.

Amor é pensamento
Teorema
Amor é novela
Sexo é cinema...

Dr. Teodoro é o oposto do primeiro; sério e cheio de formalidades, o farmacêutico da cidade arranca olhares da ala feminina, que se encanta pelos dotes do profissional: "Nele tudo é grande", diz a fala do espetáculo. Mas tudo em exagero é prejudicial, diz o clichê. E respeito demais... Até naquelas horas em que o coração e a carne é quem têm que reger a orquestra da paixão, pode acabar trazendo a monotonia e nos tornar incompletos, com fome do que se diz ser pecaminoso e perverso, mas é parte indissociável do que se chama amor.

Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom
Amor é do bem..."
("Amor e sexo"; Rita Lee)

Entre as margens, um rio de desejos e tentações: a vida pacata e respeitosa, em que nada, ou quase nada lhe faltara, ou a vida em que, na cama, mesmo que momentaneamente, o desejo saciava os problemas cotidianos e conjugais. Essa era a berlinda em que estava Dona Flor, entretanto, para se sentir completa de verdade, somente sendo ela e seus dois maridos.

.............................................................................................
COMENTÁRIO:

Galera, muito legal a peça, vale à pena assistir, viu! A Carol Castro é ainda mais linda pessoalmente, o Duda Ribeiro está ilário no papel do bom e sério rapaz e o Marcelo Faria, nem se fala. Faria aparece do jeitinho que veio ao mundo, durante boa parte da peça. É isso mesmo, tudinho de fora. No início, a gente recebe meio que um impacto, assim... Até porque é de surpresa, sem aviso prévio. Mas depois a gente percebe que ele encarna mesmo no personagem, dando um grau de veracidade incrível, isso sem falar que o acontecimento é uma quebra de paradigmas. O conservadorismo e o pudor excessivo não podem desmantelar a arte e mesmo que essa constatação não seja a principal intenção da peça, dá-se a entender perfeitamente.

Falando do restante do elenco, a gente consegue visualizar grandes artistas. As cenas mais bem humoradas do espetáculo ficaram a cargo dos coadjuvantes. O que foi meio chato foi não ter podido tirar foto com todos os atores. O elenco principal estava com pressa para um evento que ocorrera após o espetáculo e os coadjuvantes nem sinal. Pelo menos, conseguimos registrar o momento com o Duda, que, muito simpático, mesmo atrasado, nos recebeu para uma foto. Fotografias do espetáculo não houve porque foi terminantemente proibida a reprodução, e bota terminantemente nisso, a frase "senhores expectadores, é terminantemente proibida a reprodução..." foi repetida ao menos três vezes. No mais, foi um belíssimo espetáculo e algumas canções como "A vizinha do lado", da intérprete Roberta Sá, deram mais luz ao brilho da peça.


Visite o site oficial da peça CLIQUE AQUI!

7 de agosto de 2010

Equipe do Blog Geral visita Museu da FEB

A VERDADEIRA PARTICIPAÇÃO
DO BRASIL NA 2ª GUERRA


“A diferença da participação brasileira
na Guerra foi que, enquanto o objetivo deles
era vencer, o nosso era conquistar a Paz!”

   Não há quem não tenha ouvido falar sobre os dois grandes conflitos mundiais, que desencadearam fundamentais mudanças no globo, tanto em aspectos político-econômicos, quanto sociais. Todavia, quando se estuda sobre tais eventos, fala-se pouco sobre a participação brasileira nos mesmos. Sabe-se, certamente, que a nação verde e amarela enviou tropas para combater o eixo, formado por Alemanha e Itália, em meados da Segunda Guerra Mundial. Contudo não se fala sobre a real atuação dos brasileiros.

   Em visita ao Museu da Força Expedicionária Brasileira (FEB), em Belo Horizonte, constrói-se uma rica e, para muitos, inédita história, contada por quem esteve presente de corpo e alma no conflito. Soldados e capitães, que estiveram na linha de frente dos batalhões, contam sobre a emoção e os receios de se participar de uma Guerra, em que se está entre a vida e a morte, não só de si mesmo, mas de milhares de pessoas inocentes.

Brasão da Força Expedicionária Brasileira (FEB)


   Um dos testemunhos mais emocionantes foi o de um capitão de uma frente organizada para buscar inocentes e retirá-los do campo de batalha. Ele conta que, ao entrar em uma casa de família, o pai se negou a deixar a residência, dizendo que sua família poderia ir, mas que ele não abandonaria suas “vaquinhas” e “plantinhas”. O membro do exército, cumprindo sua missão, disse que não o poderia deixar, já que tinha sido instruído a levar todas as pessoas que encontrasse, e completou dizendo que se o familiar recusasse a saída, como não teria condições de levá-lo à força, precisaria executá-lo ali mesmo. O pai aceitou acompanhar o batalhão e sua vida foi resguardada, graças à insistência do capitão, que não tinha o intuito de realizar tal atrocidade.

   Em plena Era Vargas, o envio de soldados à Guerra foi protelado, enquanto possível. Sendo Getúlio um ditador, como Hitler e Mussolini, a vontade de guerrear contra chefes de governo que compartilhavam mesmas idéias era inexistente, mas a pressão popular levou mais de 25.000 soldados à Europa, número bastante reduzido, quando comparado a outros países, como os EUA, mas que, proporcionalmente, conquistou o melhor resultado no conflito mundial.

  
   Os participantes do embate tentam descrever a sensação e as condições do psicológico de alguém que se encontra em uma situação que ultrapassa todos os limites da razão, mas por mais que leigos se esforcem para entender, só quem esteve no calor da Guerra, vendo sangue sendo derramado e vidas inocentes sendo perdidas, erguendo as mãos a cada vitória e mantendo-se firme nas derrotas consegue sabê-la. Eles frizam que “A diferença da participação brasileira na Guerra foi que, enquanto o objetivo deles era vencer, o nosso era conquistar a Paz!”,

   Quando a notícia de que o Brasil entraria na Guerra chegou aos ouvidos de alemães e italianos, a reação foi de desdém, acreditava-se que o país não compunha uma ameaça, nem passava perto disso. Mal sabiam eles que os brasileiros tinham uma arma secreta: “O amor, o nacionalismo e a invencível força que caminhava a favor da Paz”, como frizam as testemunhas do evento.
O retorno trunfante da FEB ao Brasil


   O museu conta com um acervo de extrema riqueza, dentre ele estão armas e munições utilizadas na Guerra, uniformes e, até mesmo, periódicos datados do período histórico. São relíquias que se encontram expostas em condições precárias de conservação. Se você ou sua empresa tem o interesse de ajudar a instituição contate o e-mail do Blog Geral e teremos um imenso prazer em enviar-lhe todas as informações necessárias. O endereço é: geralblog@hotmail.com.

Foto do Museu, veja mais: CLIQUE AQUI! ou AQUI!


FONTE: http://www.anvfeb.com.br/anvfebbh.htm                      


21 de março de 2010

"Terça Insana" arrasa em abertura de Turnê, em BH! (por Victor Lambertucci)

 UM FIM DE SEMANA DE MUITAS GARGALHADAS


O grupo de teatro paulista escolheu a capital de Minas, para da início a uma turnê que fará um giro pelo Brasil. Quem se fez presente, nas apresentações realizadas nos dias 12,13 e 14 deste mês, pode curtir um espetáculo repleto de risadas, ritmado por um jeito sem preconceito e bastante original de se fazer humor.

O Terça Insana, que já é sucesso em sua cidade de origem, reconheceu que é também muito popular aqui em Belo Horizonte, lotando o Grande Teatro do Palácio das Artes, com quase 2000 lugares. Um palco, a princípio, bastante simples, caracterizado apenas pelo logotipo descontraído do grupo, levou os expectadores a diferentes realidades, regidas por distintas personagens, que dão ênfase ao caráter criativo dos atores/autores.

A Teatroteca da Terça Insana, como foi intitulado o espetáculo, é a representação de um mix das melhores esquetes já apresentadas. Segundo a criadora, Grace Gianoukas, a apresentação teria reunido momentos marcantes  da história do Terça.

O ápice do espetáculo o correu durante a apresentação de uma personagem que não era personagem. Pode parecer confuso, mas é isso mesmo que você acabou de ler. A criatividade foi além e um dos atores interpretou uma velha senhora que se dizia amiga do grupo, caracterizando o conceito metalinguístico. Com o bordão "Que isso! Cê acha!?", a atenção da platéia esteve, todo o tempo, voltada ao palco.

Ao fim, um estereótipo foi quebrado. Quem está acostumado a presenciar esses eventos, sabe que, frequentemente, vê-se o espetáculo, aplaude-se e, ao fecharem as cortinas, é como se, por um passe de mágica, os atores sumissem do local, sem ao menos lhe dar a chance de parabenízá-los pelo show. Com o elenco do Terça Insana, confesso que me surpreendi bastante. Eles não estavam disponíveis apenas a certa distância do público ou envoltos por segurança. Atenderam a todos com um ótimo humor e consideração. Depois, dirigiram à entrada do teatro para aguardar a van que viria buscá-los. A equipe do Blog Geral estava lá na estreia e, agredite se quiser, a Grace prguntou até se precisávamos de carona.



Em Breve: Você confere as fotos que a equipe
do BG tirou com os atores do Terça.

7 de fevereiro de 2010

Peça em Cartaz: Campanha de Popularização do teatro e da dança (por Victor Lambertucci)

AH! SEMPRE TE VI, MAS... NUNCA TE AMEI
Peça da Campanha de popularização do teatro e da dança - BH

Será possível amar e odiar uma mesma pessoa, ao mesmo tempo?
Os atores dessa peça mostram que sim

A peça, do autor humorístico da Rede Globo, Marcelo Caridade, narra a história de dois vizinhos que não costumam trocar muitas gentilezas. Ele é o ator principal da novela das oito, a chamada "Viver a Míngua". Ela, a mais renomada crítica de novelas de uma revista de fofocas, a "Comigo". Isso, até um cruzar o caminho do outro, a partir daí, as coisas começam a desandar.

Não se trata de uma grande produção, mas, sem dúvida, você terá um momento de boas risadas. A estória conta com uma personagem especial, na verdade, duas, interpretadas pelo mesmo profissional. A amiga periguete do ator Daniel Ramos e a mãe da crítica de novelas Camila Vasconcelos. Esses dois papéis dão, literalmente, o ar da graça na peça e, em certo trecho, o ator faz uma brincadeira com um figurino de dois lados diferentes, interpretando as duas personagens sem precisar se trocar.

O espetáculo está em cartaz, até o dia 7 de Março, na Biblioteca pública de Belo Horizonte, localizada na Praça da Liberdade. Os ingressos, pela Campanha de Popularização, têm o preço único de R$10,00. Na bilheteria da biblioteca as entradas têm maior custo, R$24,00 a inteira e R$12,00 a meia. Vale à pena comprar com antecedência nos postos de venda da campanha, espalhados pela cidade. (Ao final deste post, veja o link dos postos de venda)

Ontem, dia 6, a equipe do Blog Geral esteve prestigiando o espetáculo e, das pessoas que tivemos a oportunidade de conversar sobre a peça, mais de 75% gostaram muito do que viram e outros 10% disseram ter apreciado. Nós, da equipe do BG, recomendamos a todos que assistam os vizinhos em pé-de-guerra em "Ah! Sempre te vi, mas... Nunca te amei".

Veja um trecho do espetáculo divulgado na internet:



..........................................................
VEJA TAMBÉM: BBB10; Confinamento dentro do confinamento, o quarto branco está de volta. CLIQUE AQUI!



Blog Geral

O que você acha da ideia de novos editores frequentarem o BG?