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12 de novembro de 2009

Um Mundo de "Insetos" (por Victor Lambertucci)

Um Mundo de "Insetos"


    Os artropodes somam mais de um milhão de espécies já catalogadas. Eles representam mais de quatro quintos das espécies existentes em todo o mundo. Este número imenso de exemplares se deve ao fato de estes animais possuírem período de vida curto, assim, reproduzem-se mais rápido, deixando dezenas de filhotes, que também deixarão suas crias.

    Comumente, nos refirimos aos artropodes como insetos, porém os últimos são apenas uma classe do filo Arthropoda. As aranhas e escorpiões, por exemplo, são classificados dentro do grupo dos artropodes como aracnídeos e os camarões e lagostas como crustáceos.

    A maioria das pessoas costuma ter certa repulsa pelos insetos, porém eles são de extrema importância para a manutenção da vida, eles realizam atividades essenciais como a polinização de várias plantas, além de serem parte indissociável da cadeia alimentrar de outros animais.

11 de outubro de 2009


ABELHAS E OUTROS INSETOS



O que mais intriga os estudiosos e cientistas é a forma como a maioria dos insetos conseguem voar. Segundo eles, não há explicação para o voo desses animais.

Durante anos, pouco se sabia sobre o mecanismo presente nas asas destes seres. Você já deve ter ouvido falar que, de acordo com as leis da aerodinâmica, uma abela não poderia voar. Mas, na verdade, o que acontece é que os principios de voo dos insetos sãobem diferentes dos fundamentos da voo para aviões, por exemplo. "Diferente das aeronaves da asas fixas, que têm uma dinâmica de fluxo estacionária e quase sem viscosidade, os insetos voam em uma mar de vórtices, rodeados por minúsculos turbilhões e redemoinhos que são criados quando movem suas asas", disse Z. Jane Wang, física da faculdade de engenharia da Cornell University. Um turbilhão é um redomoinho da ar criado pela asa e o ar, dentro do turbilhão, flui na direção oposta à da corrente principal de ar.

 

Os turbilhões criados pelas asas dos insetos, os mantêm em voo. O grande erro do meio científico, foi estudar os insetos como se o mecanismo deles fosse idêntico ao das aeronaves, no entanto, suas asas não são plataformas estáticas como as dos aviões, elas se movimentam a todo tempo.


As asas das abelhas, por exemplo, são rígidas na frente e mais flexíveis e dobráveis na parte de trás, e, assim, permitem que elas vençam a resistência do ar.

 

Os futuros miniaviões comandados por controle remoto poderão alcançar dimensões similares às dos insetos, caso também aproveitem este mesmo pricípio.


Não perca a próxima postagem da série: 
"O voo dos Pássaros"

 

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