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5 de fevereiro de 2010

Encontrada Salamandra gigante (por Victor Lambertucci)

UMA SALAMANDRA DE QUASE 2 METROS


O animal da espécie "Andrias japonicus", conhecido como
hanzaki, tem quase 2 metros e é considerada um fóssil vivo

Só o seu tamanho já impreciona. Os pesquisadores japoneses, responsáveis pela descoberta, afirmam que comumente se referem a salamandras que cabem na palma das mãos, no entanto essa pode arrancá-las. De acordo com Takeyoshi Tochimoto, diretor do Instituto Hanzaki, "O esqueleto dessa espécie é quase idêntico ao dos fósseis de 30 milhões de anos atrás".

Chamada até de dinossauro por um dos pesquisadores, a salamandra encontra-se em segurança em um tanque no centro de visitação da cidade de Mniwa, a 800km de Tóquio.


Imprescionante não? É por isso que os cientistas vivem repetindo que não conhecemos um palmo do planeta em que vivemos, quisá do universo que nos rodeia, repleto de mistérios que podem nunca ser desvendados. Mas não é preciso ir tão longe para chegar ao desconhecido, pense na imensidão dos mares e oceanos, mal sabemos os tipos de seres vivos, jamais catalogados, que abrigam as profundesas destas águas salgadas e frias.

     Veja o tamanho de uma salamandra comum:  



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VEJA TAMBÉM: Cientistas conseguem se comunicar com paciente em estado vegetativo (BBC Brasil) CLIQUE AQUI

4 de fevereiro de 2010

Cientistas conseguem se comunicar com paciente em estado vegetativo (BBC Brasil)

PACIENTE EM ESTADO VEGETATIVO
 RESPONDE PERGUNTAS DE CIENTISTAS


Um grupo de cientistas europeus conseguiu estabelecer uma comunicação com um paciente em estado vegetativo, em que este respondia mentalmente "sim" ou "não" às perguntas dos estudiosos. A pesquisa publicada no New England Journal of Medicine nesta quarta-feira explica que o paciente está nessa condição vegetativa há sete anos, quando sofreu um acidente de trânsito.

Os médicos das universidades de Cambridge, na Inglaterra, e de Liège, na Bélgica, pediram ao paciente belga que imaginasse atividades motoras, como jogar tênis, para responder "sim", e imagens espaciais, como ruas, para indicar "não". Os especialistas sabiam que cada tipo de pensamento ativaria uma área diferente de seu cérebro. Portanto, por meio de uma técnica de Imagem por Ressonância Magnética Funcional (IRMF, na sigla em inglês), que monitora a atividade cerebral do paciente em tempo real, eles puderam identificar suas respostas.

O paciente respondeu corretamente a cinco das seis perguntas sobre sua vida pessoal. Ele confirmou, por exemplo, que seu pai se chamava Alexander. "Nós ficamos atônitos quando vimos os resultados do exame do paciente. Ele foi capaz de responder corretamente às questões que fizemos simplesmente alterando seus pensamentos", disse Adrian Owen, professor de neurologia da Universidade de Cambridge e um dos coordenadores da pesquisa.

                     A pesquisa 

No total, o grupo trabalhou com 54 pacientes que sofrem de
 desordem de consciência, dos quais 23 estão em estado
vegetativo. Eles também usaram a técnica com voluntários
 saudáveis, para efeito de comparação.

O repórter da BBC Fergus Walsh também passou pelo teste do IRMF. "Eu passei aos cientistas os nomes de duas mulheres, sendo uma delas a minha mãe. Eu me imaginei jogando tênis quando disseram o nome dela. Em um minuto eles sabiam qual das duas era a minha mãe. Eles também foram capazes de acertar se eu tinha filhos", narrou Walsh.

A pesquisa concluiu que dos 54 pacientes envolvidos, cinco foram capazes de voluntariamente alterar sua atividade cerebral. Três deles demonstraram inclusive algum grau de consciência, mas os outros dois não necessariamente mudaram seus pensamentos conscientemente. Owen diz que o estudo abre o caminho para que o paciente em estado vegetativo possa tomar decisões quanto ao seu tratamento.


"Você poderia perguntar se os pacientes sentem dor e então prescrever algum analgésico, e você poderia ir além e perguntar a eles sobre seu estado emocional", explicou.
O uso dessa técnica pode levantar questões éticas, como por exemplo, se é correto desativar os aparelhos para deixar um paciente em estado vegetativo morrer, já que ele pode ter algum grau de consciência e até capacidade de manifestar vontade própria.

Fonte: BBC Brasil

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